Cinema Queer online ao vivo - No Brasil e no mundo. - InC | Instituto de Cinema | Cursos de Cinema e Atuação

Instituto de Cinema de SP

Cinema Queer online ao vivo :
No Brasil e no mundo.

  • todos
  • online
  • 2001noinc

Sinopse:

Um percurso do cinema queer, desde seus primeiros passos até o pleno desenvolvimento do conceito “queer” e de suas principais obras. Um estudo simultâneo dos filmes pioneiros na cinematografia brasileira e mundial, destacando a recepção e evolução da imagem de indivíduos LGBTQI+.

Datas e calendário:

  • Próximas turmas: 06/07/2020
  • Dias da semana e horário: Seg, Qua, das 19:00 às 21:00 horas.
  • Duração: 8 encontros online AO VIVO
  • Carga horária: 16h

OBJETIVO:

Compreender as principais correntes estéticas e políticas dentro do cinema queer, comparando o caso brasileiro com o cenário de países e cinematografias mais consolidadas.

DIFERENCIAIS DO CURSO:

- A maior e mais engajada escola de cinema em SP.
- Aulas online AO VIVO
- Interação direta com os professores *

*O Curso de Cinema queer Online AO VIVO, acontece exatamente como nossos cursos presenciais, permitindo total interação com os mestres proporcionando a melhor experiência de aprendizado a distância.

Em nossa plataforma online o professor utiliza lousa virtual, apresentação digital, pode apresentar vídeos e arquivos, e você pode interagir pela câmera e microfone ou pelo chat privado e coletivo, além do poder compartilhar sua tela e muitos outros recursos.

No Google Classroom, o Instituto poderá disponibilizar os arquivos digitais referentes a sua disciplina. Além disso, desde sua matrícula até o fim do curso, você estará em contato de nossa super Equipe Educacional por e-mail, telefone e whatsapp diariamente das 8:00 às 22 horas, o lembrando do horário das aulas, marcando reposições de suas faltas, respondendo dúvidas e muito mais.

PROGRAMAS:

Conteúdo Programático

Cinema Queer Brasileiro (Prof. Lufe Steffen) Do início à década de 1960: A transformação, desde um único filme queer registrado na década de 20 até a ascensão de produções sobre o tema na década de 30, chegando à profusão das chanchadas, nos anos 40 e 50, e aos personagens multifacetados de Nelson Rodrigues e Plínio Marcos, além de filmes que fogem à caricatura. Da pornochanchada aos filmes policiais: Uma passagem da caricatura e do estereótipo de indivíduos LGBT à aparição de retratos urbanos e realistas, além de novas representações da homossexualidade feminina. A associação entre a figura do LGBT com a marginalidade, o banditismo e a violência urbana nos filmes policiais. Década de 80: Num momento pós-ditadura militar, aumentam os retratos da homossexualidade na juventude, assim como representações da identidade de gênero. Além do primeiro filme brasileiro sobre um casal de mulheres, o neon-realismo paulista abraça a questão queer. A passagem aos anos 90 é marcada pela trilogia queer do cineasta Djalma Limonji Batista. Década de 90 aos dias atuais: Enquanto o cinema nacional se inspira da linguagem trash de Pedro Almodóvar e John Waters, a produção de curtas-metragens permite novas representações LGBT. A partir de 2000, a ficção aprofunda as representações LGBT em filmes como Madame Satã (2002) e Hoje Eu Quero Voltar Sozinho (2014). Os documentários sobre esta temática se multiplicam, com destaque para Dzi Croquettes (2009), São Paulo em Hi-Fi (2016) e Divinas Divas (2017). Cinema Queer Mundial (Prof. Bruno Carmelo) Do início à década de 50: Debate sobre as diferenças entre o queer, o LGBT e correlatos. Estudo dos primeiros filmes que representaram a sexualidade e o gênero de modo mais frontal no cinema, como Different from the Others (1919), Mikael (1924), Senhoritas em Uniforme (1931) e The Gay Divorcee (1934). O personagem queer como alvo de estereótipos, censura e moralismo. A revolução do cinema queer pós-1950: A inserção de personagens LGBT em Hollywood como vilões ou alívios cômicos. Estudo de obras centrais do período como Meu Passado me Condena (1961), Infâmia (1962) e Lawrence da Arábia (1962). A chegada da produção underground de Andy Warhol, John Waters e Barbara Hammer, e a redefinição da estética queer. A presença queer pós-movimento hippie e a abertura ao pop: Contextualização dos anos 1970 e 1980, quando a descoberta do HIV transformou a comunidade LGBTQI+ e os filmes que visam representá-la. Análise de Cabaret (1972), Minha Bela Lavanderia (1985), O Beijo da Mulher-Aranha (1985), a relação do queer com o imaginário de guerras e ditaduras. Os documentários e o cinema queer do século XXI: O papel da memória em projetos como Paris is Burning (1990) e O Outro Lado de Hollywood (1995). O aspecto teen e o lúdico em Gregg Araki e Stephan Elliott. A inserção de filmes de temática LGBT nas produções mainstream e séries de televisão, e as tentativas de consagração via Oscar e demais premiações. A questão do autor gay e do lugar de fala.

Bruno Carmelo

Bruno Carmelo

LUFE STEFFEN

LUFE STEFFEN

Investimento:

À vista R$ 280,00 ou 2x de 140,00

Para mais informações,envie um email para matricula@institutodecinema.com.br ou nos ligue no (11) 3062-2794.